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NEGOCIAÇÕES COLETIVA 2017- NOTA DE ESCLARECIMENTO

O SINDESP-BA, através da sua Comissão de Negociação da CCT 2017/2018, tendoem vista os questionamentos recebidos nos últimos dias, informa que:

1-    Recebemos uma pauta de reivindicações que não leva em consideração a atual crise vivida em nosso país, principalmente no que tange a redução dos postos de trabalho.

2-    Após 04 rodadas de negociação, os sindicatos laborais mostram-se irredutíveis em seus pleitos, demonstrando estarem alheios a crise econômica vivenciada, não se importando com as demissões que já ocorreram e que poderão aumentar.

3-    O SINDESP-BA, sempre aberto ao diálogo, visa encontrar uma solução responsável que permita a manutenção dos empregos no segmento, e a sobrevivência da atividade de vigilância em nosso Estado.

4-    Até a expedição desta nota, nenhum órgão oficial encaminhou ao SINDESP-BA convite para mediação, diferentemente do que vem sendo divulgado.

Recomendamos às empresas a manterem as condições definidas  na CCT 2016 até o encerramento das negociações no âmbito dos sindicatos.


Salvador, 16 de fevereiro de 2017.

 

 

DIRETORIA DO SINDESP-BA PARTICIPOU DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A LEI ANTICALOTE

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      Devido ao grande número de reclamações das empresas do segmento de segurança privada do Estado da Bahia, quanto ao desrespeito dos órgãos públicos, que não remunera em dia as empresas do setor pelos serviços contratados, a diretoria do SINDESP-BA, conseguiu que a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, promovesse no dia 23.11.2016 às 14h00, uma audiência pública para “Avaliação da Aplicação da Lei Anticalote”.

Nesse evento estiveram presentes, além do presidente do SINDESP-BA, Lauro Silva Santana e o ex-presidente Odair de Jesus Conceição, diversos empresários de empresas associadas ao SINDESP-BA.

Na oportunidade, foram discutidos e avaliados os efeitos determinados pela Lei 12.949, promulgada em 14 de fevereiro de 2014, que resguarda os direitos dos trabalhadores terceirizados.  Os diretores e demais empresários presentes se mostraram satisfeitos com o resultado do evento. 

“Foi ótimo participarmos dessa audiência. Com a colaboração dos empresários presentes, foi possível mostrar aos representantes do Estado, parlamentares e trabalhadores, as dificuldades causadas pelo setor público quando não respeita os contratos e a lei anticalote. Deixamos claro que a responsabilidade pelas crises no setor é devido a falta de pagamentos das faturas, reajustes e reequilíbrios nos prazos contratados. Mostramos as incompatibilidades do decreto regulamentador com a lei anticalote”  afirmou Lauro Santana.

“O setor empresarial de segurança privada teve hoje a oportunidade ímpar de debater os efeitos maléficos dessa legislação, na medida em que o Estado da Bahia a desrespeita, quando não paga as empresas pelos serviços e não reajusta os contratos nas datas estabelecidas pelo próprio estado. Esse debate acalorado que tivemos possibilitou mostrar a verdade dos fatos e derrubar as mentiras contadas diariamente pelos órgãos na imprensa”, desabafou Odair Conceição.

 

 21 de novembro 2016

 

   

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