COMUNICADO À SOCIEDADE

O Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado da Bahia - SINDESP-BA, vem esclarecer à sociedade em geral, que a atividade de segurança privada tem a sua regulamentação estabelecida pela Lei Federal nº 7.102/83, através de autorização de funcionamento renovada anualmente e fiscalização pelas Superintendências de Polícia Federal em cada estado da federação.

Esclarece ainda, que o fato ocorrido em Porto Alegre de agressões e morte de um cliente nas dependências do Supermercado Carrefour, por pessoas que ocupavam as funções de “Segurança”, não condiz com a realidade do seguimento, o qual exige dos profissionais de segurança e vigilância formação curricular em escolas especializadas, também autorizadas e fiscalizadas pela Polícia Federal, com reciclagem obrigatória a cada 02 (dois) anos.

Com relação aos “seguranças”, vale ressaltar que um deles sequer possuía vínculo de emprego com a empresa contratada pelo Carrefour e o outro não possuía habilitação para exercer a atividade de vigilante, condições obrigatórias para que a prestação do serviço pudesse ser realizada.

Um fato isolado e mal conduzido desde o processo de contratação, não pode e não deve comprometer a imagem do seguimento de segurança privada, que tem como missão principal garantir a proteção e integridade da população e do ambiente nos quais estão fisicamente inseridos e, não a prática de ação violenta e desproporcional como a verificada pelos “seguranças” no último dia 19 (dezenove) de novembro.

O SINDESP-BA, através da sua diretoria executiva, condena o fato ocorrido em Porto Alegre, reforçando o compromisso das empresas de garantir a proteção da população, preservando a sua dignidade, sem qualquer postura discriminatória.

Salvador (BA), 27 de novembro de 2020.

 

SINDICATO DAS EMPRESAS DE SEGURANÇA PRIVADA DO ESTADO DA BAHIA- SINDESP-BA